quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Torneio leiteiro do Povoado Amaro completa 21 anos de tradição e diversão.


Literalmente depois do sucesso do Torneio Leiteiro do Amaro que neste ano completa simplesmente vigésima primeira edição se consolidando como o melhor de toda região, outros protótipos de torneios estão sendo realizado na região mais rica em agropecuária do município de Buíque no agreste meridional do estado o que de fato passa a se tornar uma febre no seu segmento.
Entretanto para alguns dos organizadores deste tipo de evento a visão lucrativa vai mais além do que se pode oferecer aos participantes em suas edições, ao contrário do Amaro que tem uma estrutura apropriadamente dirigida ao conforto e bem estar dos seus expositores, em certos casos nada de atrativo é oferecido tão pouco conforto por estrutura não tem.  
Aos vinte e um ano de sua existência, a cada edição o tradicional Torneio Leiteiro do Amaro tem uma longa história escrita que conseguiu ultrapassar obstáculos por tempos entrando no calendário oficial dos mais importantes eventos apoiados pelo Governo do Estado.  
Em sua conjunção aliado ao sucesso por apresentar melhores condições e melhores atrações entre os dias 19 e 24 de Agosto mais uma vez grandes nomes da agropecuária da região estarão reunidos apresentando os mais bem cuidados animais da região.
De acordo com Dorival Bento de Souza, dia 19 começa a maratona com a chegada para acomodação nas baias cobertas dos animais que irão disputar entre si o título de melhor vaca leiteira da região e de quebra comtemplar seu criador com o prêmio maior oferecido pelo idealizador e seus patrocinadores encabeçado pelo sobrinho do organizador Ronaldo Andrade.

Além do famoso banho de leite, várias atrações estarão passando pelo principal palco do parque Dorival Bento de Souza entre eles Maciel Kurê  e Asas Morenas além e outros nomes que prometem colocar os amantes do evento pra dançar. 
Importante salientar que esse evento vem com apoio do prefeito do município Jonas Camelo  que é um eterno amante desse tipo de iniciativa na região.

Com informações: Giro Social B

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

São Domingos e mais quatro Distritos a um passo de se tornar cidade

Senado aprova novas regras para criação de municípiosCaso a lei seja sancionada, Pernambuco pode ganhar cinco novas cidades
Com 52 votos favoráveis e 4 contrários, o Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (5), o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto que regulamenta a criação de municípios (PLS 104/2014 - Complementar). A votação da matéria está ligada à decisão sobre um veto presidencial a outra proposição que buscava regulamentar o tema. Caso a lei receba a sanção da presidente Dilma Rousseff, Pernambuco pode ganhar cinco novos municípios, situados na Região Metropolitana do Recife (RMR) e no interior do estado.

O novo texto, apresentado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), é fruto de um acordo entre o Executivo e os parlamentares, mas como sofreu modificações na Câmara, teve que passar por um reexame no Senado, que aprovou a proposta sem novas alterações.

O PLS 104/2014 estabelece critérios de viabilidade financeira e população mínima e regras para a consulta à população por meio de plebiscito. O texto aprovado inicialmente no Senado estabelecia requisitos como população de 6 mil habitantes nas Regiões Norte e Centro-Oeste; 12 mil no Nordeste; e 20 mil no Sul e Sudeste. Além disso, exigia território com área mínima de 200 quilômetros quadrados, no Norte e Centro-Oeste, e 100 quilômetros quadrados nas demais regiões. A Câmara, no entanto, retirou a exigência territorial, decisão mantida pelo Senado ao reexaminar a matéria.

Dos 26 projetos projetos de emancipação que estão tramitando na Assembleia Legislativa de Pernambuco, apenas cinco atendem à exigência proposta na lei para a criação de municípios na Região Nordeste. Como os futuros novos municípios devem apresentar uma população mínima de 12 mil habitantes, apenas dois distritos no Agreste e três na RMR podem alcançar essa condição. São eles: São Domingos, de Brejo da Madre de Deus; São Domingos, de Buíque; Ponte dos Carvalhos, do Cabo de Santo Agostinho; Nossa Senhora do Ó, de Ipojuca, e Caveleiro, de Jaboatão dos Guararapes. 

"Os parlamentares, por fim, entenderam que se tratava mais de uma condição impeditiva do que restritiva. Entendo que o importante para o município ser criado é que seja economicamente viável, independente do seu tamanho geográfico", ressaltou o relator Valdir Raupp (PMDB-RO).

Senadores presentes no Plenário elogiaram a aprovação da proposta que, segundo eles, beneficiará diversos municípios do Brasil. Os parlamentares lembraram que a emancipação de um município traz consigo o desenvolvimento e disseram desconhecer um município emancipado cuja situação econômia tenha piorado.

"O que aprovamos hoje, além de assegurar a regulamentação do dispositivo constitucional, é o texto que melhor combina e harmoniza as preocupações e anseios do Executivo com as mais legítimas aspirações do Legislativo", comemorou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O texto aprovado proíbe a criação, incorporação, fusão ou desmembramento se isso inviabilizar municípios já existentes. Qualquer procedimento deve ser realizado entre a data de posse do prefeito e o último dia do ano anterior às eleições municipais seguintes. Se o tempo não for suficiente, apenas depois da posse do novo prefeito poderá ser dado prosseguimento ao processo.

Além da retirada do requisito territorial, a Câmara alterou regra relativa ao número de imóveis na área que pretende se separar. O texto inicial do Senado exigia um núcleo urbano com número de imóveis maior que a média observada nos municípios que constituem os 10% com menor população no estado. No texto aprovado pela Câmara e mantido na votação desta terça, o mínimo de imóveis pode ser contado em toda a área, independentemente de estar ou não em núcleo urbano.

Processo

Para que tenha início o processo de emancipação, deverá ser dirigido requerimento à assembleia legislativa do respectivo estado. O pedido deve ser subscrito por, no mínimo, 3% dos eleitores residentes em cada um dos municípios envolvidos na fusão ou incorporação; e no mínimo 20% para o caso de criação de municípios. Em caso de rejeição, um novo pedido com igual objetivo poderá ser apresentado à assembleia legislativa somente depois de 12 anos.

Veto

A apresentação do projeto foi uma alternativa ao PLS 98/2002, também de Mozarildo Cavalcanti, integralmente vetado pela presidente Dilma Rousseff em outubro de 2013. A justificativa do veto foi de que o projeto, da forma como estava, estimularia a criação de pequenos municípios pelo país, fragmentando ainda mais a divisão dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios e impedindo uma boa gestão municipal. O veto ainda não foi votado pelo Congresso.

Com informações da Agência Senado

terça-feira, 17 de junho de 2014

"25", último cangaceiro do bando de Lampião é sepultado em Maceió


 Está sendo velado em uma das capelas do Cemitério Parque das Flores, no bairro do Farol, em Maceió, o corpo do último componente do bando de Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", na manhã desta segunda-feira (16). Ele morreu neste domingo depois de ter complicações respiratórias em casa, no bairro do Salvador Lyra, região localizada na parte alta de Maceió.
José Alves de Matos era conhecido entre os companheiros como "25". Ele tinha 97 anos e estava na companhia dos netos quando sentiu falta de ar e foi socorrido imediatamente até um hospital particular da cidade, mas não resistiu e morreu.
 Em entrevista ao TNH1, o neto de José Alves, Clayton Matos, disse que foi criado como filho por '25', e que a morte deixou toda a família abalada. "Meu avô fez parte da história do país e foi um grande pai para todos nós", lamentou Clayton. Ele deixa seis filhos e 16 netos.
No ano passado, um colega do bando, conhecido como "Candeeiro" também faleceu. Ainda segundo Clayton, '25' e Candeeiro eram muito chegados. "Meu avô vivia de memórias e merece ser homenageado por participar da história do Cangaço", concluiu o neto.
O cangaceiro compôs o grupo liderado por Lampião que atuou entre os anos de 1922 e 1938, quando o bando foi capturado e a maioria de seus componentes degolada. Eles costumavam invadir várias cidades do interior nordestino, praticar saques e enfrentar a polícia local. Conhecidos por sua valentia, até hoje os fatos geram polêmica. Enquanto alguns consideram Virgulino herói, para outros ele foi um vilão sanguinário.