quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nova tempestade solar se aproxima da Terra

Mais uma forte tempestade solar deve acontecer na Terra em breve. Uma erupção solar enviou uma enorme nuvem de partículas superaquecidas rumo ao nosso planeta nesta terça-feira (20).

Erupções solares são explosões na superfície da estrela. Esse tipo de fenômeno acontece por mudanças repentinas no campo magnético do Sol e emite uma enorme quantidade de energia no espaço. Essa ejeção de massa coronal liberou bilhões de toneladas de partículas solares em direção ao planeta em uma velocidade de 3,3 milhões de quilômetros por hora.

Normalmente, esse tipo de partícula leva dois ou três dias para chegar ao planeta. Ao atingir o campo magnético da Terra, acontece o fenômeno conhecido como tempestade solar. Isso pode causar danos em equipamentos eletrônicos, como satélites, GPS, além de transformadores e linhas de transmissão de alta tensão, por exemplo.

Mas essas tempestades solares não causam riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Apenas astronautas fora da estação espacial e pilotos de aviões de caça ou de voos com rota transpolar podem ser prejudicados.

Vale lembrar que este tipo de fenômeno é normal. O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo acontece agora, em 2013.

Nesse período, conhecido como máximo solar, os campos magnéticos se invertem e novos buracos aparecem perto dos polos. Eles, então, aumentam em número e tamanho. Segundo os astrônomos, esses buracos são importantes para a ciência porque ajudam na compreensão do clima espacial.

domingo, 18 de agosto de 2013

BRASIL TERÁ SEU PRÓPRIO SATÉLITE

O ministro das Comunicações Paulo Bernardo informou que o Brasil está finalizando a seleção de empresa que vai construir e operar o satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas, para prestar serviços ao governo. 
O aparelho deverá ser lançado em 2015. Segundo ele, após a privatização das telecomunicações brasileiras, todos os dados navegam por satélites privados.
De acordo com o general Sinclair Mayer, do Ministério da Defesa, “o lançamento do satélite certamente dará mais segurança para as comunicações brasileiras”. 
Eles participam ontem de audiência pública de cinco comissões da Câmara  dos Deputados sobre as denúncias de que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) espionou pessoas e empresas no Brasil, feitas pelo ex-técnico da agência Edward Snowden. 
Segundo notícias veiculadas pela imprensa, haveria parceria operacional de empresas de telecomunicações e de internet com o governo norte-americano.
Cabos submarinos
Conforme Paulo Bernardo, o governo está construindo também cabos submarinos ligando à Europa e à África, para que o tráfego internacional não tenha sempre que passar pelos Estados Unidos. Dentro do Programa Nacional de Banda Larga, o governo também estaria estimulando a construção de data centers locais pelas empresas de telecomunicações.
Para o representante do Ministério da Defesa, um grande avanço para a segurança das comunicações brasileira seria o fortalecimento da indústria nacional de equipamentos de telecomunicações. O general garantiu que iniciativas nesse sentido estão sendo implementadas.
O representante da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Octavio Carlos Cunha, também acredita que “o domínio da tecnologia empregada nas comunicações é a grande solução”. Na visão dele, a formação em segurança das comunicações deveria fazer parte do currículo escolar.
*Com informações da Agência Câmara

sábado, 17 de agosto de 2013

Bolsa Família reduziu número de mortes de crianças menores de 5 anos



O Relatório Mundial da Saúde 2013 apontou que o programa brasileiro Bolsa Família ajudou a reduzir o número de mortes de crianças menores de 5 anos. O documento, organizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem como foco, este ano, a cobertura universal de saúde.

Para a OMS, cobertura de saúde universal significa que todos os cidadãos tenham acesso a serviços de saúde de qualidade, sem correr o risco de enfrentar dificuldades financeiras ao pagar por eles. O desafio, segundo a organização, é como a maioria dos países pode expandir os serviços de saúde com recursos limitados.

No aspecto de treinamento, o documento aponta que médicos, enfermeiros e outros funcionários treinados conseguiram mais êxito na identificação das doenças. O índice de acerto no caso brasileiro variou entre 58 e 84%, dependendo do tipo de treinamento, longo ou curto.

O documento mostrou como os países, quando criam um sistema para cobertura universal de saúde, podem usar as pesquisas para determinar que tipos de problemas devem ser combatidos. Além disso, os governos podem avaliar como deve ser a estrutura do sistema e como medir o progresso de acordo com cada situação específica.

A OMS destaca que o investimento em pesquisas tem aumentado, em média, 5% anualmente em países de baixa e média rendas. O relatório diz que essa tendência é mais visível em economias emergentes, como Brasil, China e Índia. Todos esses países têm cobertura universal de saúde.

O Relatório Mundial da OMS cita ainda o aumento da participação do Brasil na publicação de pesquisas médicas. A China lidera o grupo. Entre 2000 e 2010, as pesquisas feitas por chineses passaram de 5% para 13% do total.Fonte Yahoo